O que foi a ‘Operación Jaro’?


Em 30 de outubro de 2015, a Guardia Civil recebe luz verde da Audiencia Nacional paradeter em sete localidades galegas nove independentistas. Nuns casos, com operaçons de comando, forças especiais e guardias civiles encarapuçados a assaltarem domicílios de madrugada a ponta de metralheta. Noutros, quando os militantes se encaminhavam para o trabalho. O fio condutor das detençons é a militáncia na organizaçom política independentista Causa Galiza à que a Guardia Civil atribue a condiçom de “braço político de Resistência Galega”.

Às detençons seguem os registos domiciliários, a entrada na sede nacional de Causa Galiza, as conduçons a um quartel militar em Madrid onde permaneceremos quase três dias sob incomunicaçom parcial, os interrogatórios político-ideológicos e, finalmente, a posta a disposiçom da Audiencia Nacional. Todo este operativo policial é acompanhado de outro operativo propagandístico em que se comprometem os principais meios de comunicaçom para criminalizar os detidos, justificar a versom policial dos factos e celebrar um autêntico juízo mediático.

Tempo depois, em 21 de junho de 2017, a Guardia Civil ativa unha nova operaçom contra o independentismo organizado: a denominada Operación Jaro II alcança nesta ocasiom très militantes do organismo anti-repressivo Ceivar, que som detid@s em Compostela, Vila Boa e Ourense sob a acusaçom de “enaltecimento do terrorismo”. Transferid@s aos respetivos quarteis do instituto armado espanhol ficam em liberdade com a citada imputaçom e, paradoxalmente, sem serem post@s a disposiçom judicial.


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